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Populismo, direita e esquerda na América Latina: procurando um Deus que não está lá?

Composição. Um boneco de madeira articulado com linhas nos pulsos, nos tornozelos e nos ombros. Na outra ponta dos fios, uma mão também de madeira articulada. Fundo cinza e nebuloso.

No que consiste o populismo latino-americano? Mais do que sistema de práticas de governo, seria um modo de vida que pervade e estrutura as instituições das comunidades latino-americanas, inclusive quando é combatido? A partir de Ernesto Laclau e Marilena Chauí, buscamos algumas respostas a tais perguntas incômodas. Read More →

A trajetória intelectual de Antonio Paim (1927-2021): vivências de um filósofo brasileiro

Antonio Paim

O filósofo Antonio Paim conta, naquele que foi provavelmente seu último relato público, sobre sua trajetória intelectual, a militância no Partido Comunista, sua formação na União Soviética, o posterior abandono do marxismo e a adesão ao kantismo, ao liberalismo e a atuação no Instituto Tancredo Neves. Read More →

A Filosofia experimentada no tempo e na diferença

Queda de água em uma floresta

Viver e conviver com e na diferença é um desafio, pela dificuldade em ouvir e ver o outro, diferente de mim. Que o outro fale – condição para que seja outro – e que daí decorram as relações e a possibilidade de uma filosofia que contemple a experiência, o tempo e a finitude. Read More →

Saber/poder/violência: a produção dos anormais pelo Liberalismo

O Liberalismo que inspirou os movimentos independentistas na América Latina utilizou o discurso higienista para viabilizar uma normalização das populações pobres. Produzir corpos higiênicos não passava pela melhoria das condições de vida dos mais vulneráveis, mas pela produção de anormalidades com o objetivo de normalizá-los. Read More →

O fascismo é transindividual: uma leitura a partir de Deleuze e Guattari

Pintura em formato retangular na vertical. Uma pessoa dentro de casa aponta uma arma pela janela. Do lado de fora, duas pessoas usando chapéu. A pessoa dentro da casa usa roupas escuras e ao seu lado tem uma mesa com garrafas e copos.

O fascismo, no passado e na atualidade, é um problema filosófico e político dos mais sérios. Como podem as massas lutarem pela sua própria opressão? Os conceitos da filosofia do transindividual são mobilizados para tentar oferecer uma compreensão do fenômeno fascista afinada ao pensamento contemporâneo. Read More →

Moçambique: uma proposta filosófica para sair da crise

Em uma crise política e ética sem precedentes, Ngoenha e Castiano procuram desenvolver reflexões e propostas para o resgate da sociedade moçambicana. Analisando a “Primeira República” socialista com justiça social, mas sem liberdade individual, e a “Segunda República”, com liberdade econômica, mas sem justiça social, aponta-se uma “Terceira via” que consiga associar vertente política e ética para sair da crise. Read More →

A construção do conceito de necropolítica e sua apropriação no Brasil

Uma reflexão sobre o uso superficial do conceito de necropolítica, tanto no meio acadêmico quanto da sua apropriação pelas redes sociais, e da repercussão de Necropolítica, por Achille Mbembe, no Brasil nos últimos anos como exemplo dos inúmeros desafios epistêmicos que se enfrenta ao adotar o pensamento decolonial. Read More →

A cantoria de viola como um sistema cognitivo distribuído de “signos em ação”

Repentistas, rappers, emboladores são sistemas cognitivos distribuídos. Eles resolvem problemas complexos (por exemplo, dialogar em sentenças metrificadas e rimadas) através do uso de artefatos com os quais estão densamente conectados. Qual a natureza desses dispositivos? Em nossa abordagem, o repente é um sistema distribuído de “signos em ação”. Read More →

A retórica como conhecimento multidisciplinar e seu emprego na música colonial brasileira

Refletir sobre o diálogo da retórica com as outras áreas do conhecimento humano, a saber, Música, Filosofia e Hermenêutica, bem como sua influência e utilização na música colonial brasileira por alguns compositores. Read More →

A aventura do Pensar

O texto trata da urgência do pensar numa época marcada pelos ritmos que a técnica impõe sobre o modo de ser humano. Incidindo sobre o trabalho de Martin Heidegger, e sobre as suas repercussões em Hannah Arendt e Giorgio Agamben, o texto propõe uma interpretação do pensar como uma reflexão necessária, que deve ser pautada, simultaneamente, pela afectividade e pelo distanciamento, face aos acontecimentos que se dão num mundo hoje dominado pela técnica. Read More →