Tag: Interface – Comunicação, Saúde, Educação

Violência obstétrica e a sutileza da relação humana entre o médico e a paciente

Estudo aborda a violência obstétrica que é um tema em discussão atual, por vezes naturalizado e pouco reconhecido. Médicas do Hospital Universitário de Santa Catarina pesquisaram o assunto, aprofundando a reflexão nos aspectos mais sutis da expressão da violência obstétrica – na relação humana e médico-paciente – e como esta se estabelece durante a assistência ao parto. Read More →

Rompendo fronteiras: acadêmicos de medicina experenciam vivências na comunidade indígena Potiguara, Paraíba

Experiências de formação médica com a inserção de estudantes em contextos interculturais são ainda escassas no Brasil. A partir de quatro vivências significativas, pesquisa apresenta as experiências do encontro sensível de acadêmicos de Medicina junto à comunidade indígena Potiguara, no Projeto de Extensão Iandé Guatá, na Paraíba. Read More →

Apoio matricial em saúde mental: após 10 anos de Núcleo de Apoio à Saúde da Família, quais são os desafios?

Por meio de revisão da literatura nacional, estudo apresenta e discute os entraves que ainda precisam ser superados para o sucesso da proposta de apoio matricial em saúde mental após dez anos de sua implementação nas redes de saúde. Read More →

Quer saber como a interação ensino-serviço-comunidade realizada no espaço da Atenção Primária pode melhorar a formação médica?

As Práticas de Integração Ensino, Serviço e Comunidade do curso de Medicina da UEFS reúnem estudantes, professores, profissionais de saúde e usuários do SUS, integrando diferentes olhares sobre o processo saúde-doença-cuidado, no contexto da Saúde da Família, construindo uma prática interprofissional conforme preconizado pela Diretrizes Curriculares Nacionais de 2014. Read More →

Articulação entre universidades e gestores na expansão das vagas da residência de Medicina de Família

A expansão das residências em medicina de família e comunidade na Paraíba nos últimos anos teve um processo de interiorização, crescimento de vagas e ocupação, refletindo o efeito do Programa Mais Médicos nas residências e sua articulação entre gestores e instituições de ensino no fortalecimento da Atenção Básica. Read More →

Mais Médicos em áreas remotas de Roraima: relações entre médicos e Grupo Especial de Supervisão

A relação entre médicos e Grupo Especial de Supervisão do Projeto Mais Médicos para o Brasil em áreas remotas de Roraima é desafiadora, motivando os supervisores e tutor à reflexão sobre esta experiência. O grupo analisou os documentos produzidos e percebeu que a complexidade dessa relação demanda inventividade e planejamento criativo. Read More →

O que sabemos sobre Residências em Saúde?

Nos últimos anos o número de programas de Residência em Saúde tem aumentado no Brasil. É importante se pensar, então, o que se tem produzido sobre tais programas no mundo. O presente artigo apresenta uma revisão integrativa de literatura que analisou o estado da arte das Residências em Saúde. Read More →

Funk, cultura do estupro e “violência ostentação”

A análise de músicas de funk com ampla repercussão midiática expôs a exaltação do estupro coletivo, a construção da “vítima perfeita”, e a erotização da infância na construção de vítimas e agressores. Aparte do papel emancipatório do funk, os discursos expuseram relações conflituosas entre os gêneros como norma social. Read More →

Zika Vírus: uma epidemia e/em seu mundo social

Decorridos quase três anos da epidemia de Zika no Brasil, dossiê publicado na Interface — Comunicação, Saúde, Educação traz à tona estudos sobre o cotidiano das mães de bebês com microcefalia. Como viveram a gestação e o parto e como tem sido o cotidiano com as crianças? Questões como essas nos levam às ideias de maternidade, infância e cuidado operantes nesse universo e assim a uma descrição densa do pós-epidemia. Read More →

Como o ‘ser’ mãe mudou o ‘ser’ usuária de Crack?

Estudo cartográfico realizado em uma capital do nordeste do Brasil, com uma gestante que fazia uso abusivo de drogas, e esteve sob cuidados das Redes Cegonha, de Atenção Psicossocial e as que são criadas em ato pelos trabalhadores, as “Redes Vivas”, permitiu a complementariedade do cuidado e do protagonismo do usuário. Read More →