Tag: Interface – Comunicação, Saúde, Educação

Escravidão contemporânea no Brasil, os impactos e as implicações para a saúde pública

A escravidão contemporânea é um grave problema que ainda persiste no Brasil. Suas características envolvem o trabalho forçado, servidão por dívida, condições degradantes e jornadas exaustivas. Trata-se de situações de imenso risco e desgaste para a saúde das vítimas e um complexo desafio o sistema de saúde brasileiro. Read More →

Saúde e doença de homens jovens da periferia na perspectiva interseccional

O estudo aborda a articulação dos marcadores sociais da diferença (gênero, raça/cor e classe social) na produção de processos de saúde e adoecimento de homens jovens em contextos de periferia urbana. As análises apresentadas têm como base uma pesquisa-ação desenvolvida com jovens da Zona Leste de São Paulo. Read More →

A hemofilia e a exclusão à saúde no Brasil e no Mundo

Estudo apresenta uma análise bioética do acesso global e brasileiro ao concentrado de fator de coagulação por hemofílicos, demonstrando um quadro marcado por extremas disparidades de acesso determinadas pela dominação de materiais, ideias e instituições pelos países centrais, o que compromete o cumprimento do direito humano fundamental à saúde. Read More →

A epidemia de Gripe Espanhola em Botucatu, São Paulo, 1918. “Bons Ares” para quem?

Pesquisa sobre a passagem da Gripe Espanhola em Botucatu, interior paulista, na primavera de 1918, levanta inédita documentação histórica, historiciza estratégias e iniquidades em contexto epidêmico e desconstrói mitos de origem, apresentando Igreja Católica, Maçonaria e Partido Republicano Paulista como forças sociais no socorro aos enfermos. Read More →

Um BASTA na violência sexual e em função de gênero na Universidade: a construção de diretrizes para orientar ações institucionais

Como acabar com a violência sexual e de gênero dentro das Universidades? Confira o estudo que analisou as condições de enfrentamento da violência em função de gênero no contexto universitário e propôs a construção de uma normativa, visando coibir esta violência e traçar caminhos para lidar com vítimas e agressores, sensibilizar e educar a comunidade universitária. Read More →

Quais são os possíveis caminhos para se enfrentar o suicídio?

O comportamento suicida é um sério problema de saúde pública, causando um elevado custo emocional e social. Assim, estudo articula a integralidade, a intersetorialidade e o cuidado em saúde à prevenção do suicídio, considerando a multicausalidade desse fenômeno e o sofrimento das pessoas em situação de risco para o suicídio. Read More →

Como as pessoas vivendo com HIV/Aids percebem sua saúde bucal?

Por meio de pesquisa qualitativa — grupos focais e entrevistas — em serviço de IST/Aids, sobre saúde bucal com PVHA, os pesquisadores observaram a necessidade de formação dos dentistas para além das técnicas e guidelines vigentes, destacando a importância da escuta e das relações dialógicas para ampliar a relação de cuidado. Read More →

O que pode a clínica na interface com a dança? Problematizações da saúde mental na Atenção Básica

A saúde mental na Atenção Básica é o tema de estudo que adentra uma unidade de saúde da família e convida a clínica a dançar. A pesquisa se utiliza do método cartográfico para apostar nas ressonâncias entre os campos da arte e da clínica. O chão torna-se aliado na proposta de uma clínica que faça proliferar sentidos. Read More →

O que pode a clínica na interface com a dança? Problematizações da saúde mental na Atenção Básica

A saúde mental na Atenção Básica é o tema de estudo que adentra uma unidade de saúde da família e convida a clínica a dançar. A pesquisa se utiliza do método cartográfico para apostar nas ressonâncias entre os campos da arte e da clínica. O chão torna-se aliado na proposta de uma clínica que faça proliferar sentidos. Read More →

Desafiando poderes coloniais na construção do conhecimento acadêmico – autoetnografia performática, corpos e subjetividades

Entre (in)visibilidades de corpos (não) heteronormativos na educação médica, olhamos para nossos corpos. Em meio a gritos emudecidos de corpos negados pela sua “extrema subjetividade”, estudo autoetnográfico performático representa uma ousadia em falar e romper com os silêncios que a “Ciência” impõe, partindo do pessoal para o político. Read More →