Author: Maria Helena Cruz Pistori

Discurso científico e retórica: A origem das espécies

Que relação poderia haver entre o discurso científico — que se quer lógico e verdadeiro — e a retórica, arte da persuasão? É essa questão que podemos observar em estudo que analisa o discurso de Charles Darwin em “A origem das espécies”, a partir de elementos retóricos. Read More →

Quem sou eu para o outro? Quem é o outro para mim?

Possíveis respostas discursivas a essas importantes indagações sobre identidade e alteridade encontram-se neste primeiro número de 2019 do periódico Bakhtiniana (v. 14). E, nos sete artigos e duas resenhas que compõem o volume, essas questões se entrelaçam a discursos contemporâneos que, entre outros temas, levam o leitor a refletir sobre pobreza-violência, discursos de resistência da mulher, possibilidades do discurso literário em termos de plágio, originalidade, intertextualidade. Read More →

A presença do intérprete de língua de sinais na escola garante a inclusão social da criança surda?

Qual deveria ser a formação do tradutor-intérprete de LIBRAS? Seria suficiente para a tradução de uma conferência? De uma peça teatral? Ou de uma consulta médica? A presença do tradutor-intérprete garante a inclusão do cidadão surdo nessas e em outras diferentes situações sociais? Bakhtiniana apresenta e debate essas importantes questões da contemporaneidade. Read More →

A unidade de uma cultura é sempre aberta

A busca de novas possibilidades e profundidades de sentido é tema presente nos onze artigos que compõem a Bakhtiniana (v. 13, n. 2). Eles nos mostram expressamente como as reflexões em torno do próprio discurso ou dos discursos da arte, da literatura e da educação podem nos fazer ver e compreender aspectos culturais comuns e específicos de diferentes culturas, seja do Oriente Médio, Europa e Américas, aí incluindo o Brasil, naturalmente. Read More →

A compreensão do discurso da literatura, do direito e da educação

Bakhtin nos ensina que não há discurso separado de sua situação, da relação com o ouvinte e das situações que os vinculam (2006, p. 384). É isso que, mais uma vez, podemos comprovar neste número de Bakhtiniana (13.1), em que autores da América Latina (Peru e Brasil) e Europa (Itália e Espanha) mobilizam diferentes perspectivas teórico-discursivas para melhor compreensão do discurso da Literatura, do Direito e da Educação. Read More →

Bakhtinianos brasileiros históricos em Bakhtiniana

O número 2 de 2017 da Bakhtiniana, entre os diferentes estudos do discurso publicados, destaca aqueles de três bakhtinianos brasileiros que já podemos considerar históricos: Beth Brait, Carlos Alberto Faraco e Irene Machado, todos eles envolvidos com a perspectiva dialógica da linguagem ao menos desde a década de 1980. Read More →

Marxismo e filosofia da linguagem, 37 anos depois da primeira tradução brasileira

A obra de Voloshinov, Marxismo e filosofia da linguagem, publicada na Rússia em 1929, e traduzida do francês para o português no Brasil em 1979, continua levantando importantes questões entre intelectuais das Ciências Humanas: quais os contextos originais de produção e recepção? E das traduções? Como novas traduções propõem novos diálogos e leituras? Essas e outras questões o artigo “MFL em contexto: algumas questões” tenta responder. Read More →

Como o dialogismo pode fundamentar a compreensão de diferentes fenômenos e práticas sociais?

O número 3 de 2016 de Bakhtiniana propõe diálogos variados que nos levam a compreender fenômenos tão diversos quanto a literatura e a teoria literária, as ciências da linguagem, as artes plásticas, o sincretismo religioso, questões éticas e estéticas desde o começo da vida, e ainda o modo como a literatura de cordel vê a ciência. Além deles, uma entrevista com Boris Schnaideman (*1917 – †2016) e três resenhas de obras atuais. Read More →